Vox
Sinopse: Estados Unidos da América. Um país orgulhoso de ser a pátria da liberdade e que faz disso bandeira. É por isso que tantas mulheres, como a Dra. Jean McClellan, nunca acreditaram que essas liberdades lhes pudessem ser retiradas. Nem as palavras dos políticos nem os avisos dos críticos as preparavam para isso. Pensavam: «Não. Isso aqui não pode acontecer.» Mas aconteceu. Os americanos foram às urnas e escolheram um demagogo. Um homem que, à frente do governo, decretou que as mulheres não podem dizer mais do que 100 palavras por dia. Até as crianças. Até a filha de Jean, Sonia. Cada palavra a mais é recompensada com um choque elétrico, cortesia de uma pulseira obrigatória. E isto é apenas o início.
Uau, nada mas mesmo nada de preparava para a bomba que foi esta leitura, num mundo onde cada vez mais existe a intolerância, o racismo e muitas outras maneiras de julgar o modo de viver dos nossos vizinhos, este livro foi uma chapada de luva branca. É de conhecimento geral que infelizmente ainda existem países em que os direitos das mulheres são praticamente nulos, este livro leva-nos a pensar que a nossa liberdade nunca esta 100% garantida e que é bom que nos preocupemos não só com a politica do nosso país mas também com o resto do mundo pois as coisas podem mudar de um momento para o outro como nos demonstra esta leitura. Aqui as mulheres tem limitação de 100 palavras por dia, se ultrapassarem este numero levam com choques elétricos das pulseiras ou contadores de palavras e se tiverem um comportamento dito "imoral" são levadas para campos de concentração onde fazem trabalho duro, a autora fez As mulheres são limitadas a falar apenas 100 palavras por dia e o comportamento "imoral" resulta em campos de concentração de trabalho duro. O autor fez um ótimo trabalho ao configurar o mundo com referências veladas com o nosso clima político atual. Há uma mensagem clara a receber: se não falares , um dia alguém ira tirar a tua voz. Seja figurativa ou literalmente. Aconselho toda a gente a ler especialmente nós mulheres para aprendermos que a nossa voz conta sempre e que devemos sempre dar a nossa opinião e não deixáramos que a nossa voz seja oprimida.
"Talvez tenha sido assim que aconteceu na Alemanha com os nazistas, na Bósnia com os sérvios, em Ruanda com os hutus. Muitas vezes me perguntei sobre isso, sobre como as crianças podem se transformar em monstros, como elas aprendem que matar é certo e a opressão é justa, como em uma única geração o mundo pode mudar em seu eixo para um lugar que é irreconhecível."



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