A Soma de Todos os Beijos

 


                                                       Sinopse:
 
Ele acha-a enervante…
Se há coisa que Hugh Prentice não suporta é uma mulher teatral. Ele é um génio da matemática, um homem sério e pouco dado a dramatismos. Lady Sarah Pleinsworth representa tudo aquilo que ele detesta. Claro, ela até pode ter os seus encantos, mas depois do duelo que o deixou marcado para sempre, Hugh já desistiu de procurar o amor. 
Ela acha que ele é doido varrido…
Sarah nunca perdoará Hugh pelo mal que causou à família dela. E mais, não quer ter NADA a ver com esse homem. E não, não é por causa do ferimento na perna, longe disso… é que ele é simplesmente de-tes-tá-vel! Mas quando ambos se veem forçados a passar uma semana juntos, depressa percebem que as primeiras impressões não são de fiar. E quando o primeiro beijo dá lugar ao segundo e ao terceiro, o brilhante matemático acaba por lhes perder a conta… e a jovem, por uma vez na vida, fica sem fala.
Terceiro volume do quarteto Smythe-Smith, A Soma de Todos os Beijos é uma obra hilariante e tremendamente romântica, bem ao estilo de Julia Quinn.

Da saga Smythe-Smith este era sem dúvida aquele que estava mais curiosa para ler e a realidade é que não me desiludi. Neste livro temos o Hugh que é extremamente inteligente e a Sarah que detesta o Hugh por causa do duelo que fez mal a família dela, mas quando eles são obrigados a passar a semana juntos normalmente podem acontecer duas coisas, ou se matam ou então acabam aos beijos. A segunda opção é a mais certa e estes dois que sempre se odiaram passam de inimigos a amantes, uma das coisas que mais adorei foi os confrontos que estes tem, ambos são teimosos e foi uma alegria ver estes conflitos. No início do livro achamos que a Sarah é uma obcecada em tentar casar (o que é perfeitamente natural visto que só casando é que se deixa de tocar no sarau familiar), mas ao longo da leitura vemo-la abrir-se e ser simpática e curiosa acerca do ferimento do Hugh para ele se sentir confortável. Enquanto que o Hugh tem uma mente incrível para a matemática, mas é socialmente desajeitado e sente-se frustrado por não conseguir proteger a Sarah. Neste livro também temos um vilão o pai do Hugh que andou sempre a ameaçar o Daniel, embora o Hugh não o culpasse do ferimento da perna e tentasse a todo o custo que este regressasse a casa. Uma leitura doce para qualquer altura do ano, com um protagonista homem que acaba por mostrar as suas inseguranças e os seus sentimentos, coisa que na altura em que este livro se passa era muito difícil de ver num homem. 

"O nosso mundo está cheio de conversas sem sentido. É uma honra participar numa que não é."


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