As Bruxas de Pendle

 


Sinopse: Fleetwood está grávida pela quarta vez. Nenhuma das gestações anteriores teve sucesso, e o seu marido Richard está ansioso por um herdeiro. Quando a jovem encontra uma carta escondida do seu médico, descobre que desta vez ela própria poderá não sobreviver. Quando conhece Alice Gray, esta promete ajudar Fleetwood a dar à luz um bebé saudável. Contudo, Alice é acusada de bruxaria, e Fleetwood terá de arriscar tudo para provar a inocência da amiga. O julgamento aproxima-se, tal como o momento de a jovem dar à luz, e todas as vidas estão em risco.
Rico em detalhes, extraordinariamente bem construído e baseado nos julgamentos de Pendle Hill, este romance explora os direitos das mulheres no século xvii e levanta a questão: terá sido uma caça às bruxas ou uma caça às mulheres?

Está é uma história sobre uma amizade de duas mulheres numa época de ignorância, superstição, julgamento e medo do que era fora do padrão dito normal, estas duas mulheres são descritas como fortes e leais numa altura em que maior parte das mulheres dependia do homem e eram tratadas como bens materiais. O livro foca-se no relacionamento entre a Fleetwood e a parteira (Alice Gray), portanto se estavam  à espera de um livro sobre o famoso julgamento das bruxas de Pendle este não é sobre isso. A medida que Alice tenta ajudar Fleetwood a não sofrer um quarto aborto como os seus métodos não tradicionais e com a sua sabedoria, esta vê-se acusada de bruxaria e levada a julgamento, a sua amiga Fleetwood vai tentar fazer de tudo para provar a inocência da sua parteira a medida que se aproxima a hora do parto e os julgamentos de Lancaster deixam a rubro uma inteira população que julga mulheres que não cedem a pressão da sociedade. Uma história baseada em factos reais onde nos sentimos atraídos por mulheres fortes que fazem de tudo para se salvarem uma  à outra. 

"A lealdade é conquistada, não exigida."    

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