A Corrente

 


Sinopse: Gabriela, Alexandre, Mariana e Daniel são amigos desde o berço, elos de uma corrente que se diria inquebrável. Porém, aquilo que ainda os mantém unidos, ao fim de tantos anos, é a amizade que têm por Francisco. Até que, no início daquele que se adivinhava o melhor verão das suas vidas, Francisco desaparece sem deixar rasto. Sem saberem lidar com a perda e o choque, os quatro começam a afastar-se. Mariana, Alexandre e Gabriela deixam Santa Cruz, a terra onde cresceram, e onde o fantasma de Francisco permanece. Daniel é o único que fica para trás, a ansiar pelo dia em que os amigos consigam suportar a dor do regresso. Só que este é antecipado, após nove anos, pela descoberta do cadáver de Francisco numa cova que se julgava livre no cemitério de Santa Cruz. A investigação do seu homicídio, que também motiva a vinda dos inspetores César Delgado e Rodrigo Gonçalves para Santa Cruz, traz à tona a mágoa e as mentiras que os quatro amigos partilharam e tentaram a grande custo manter enterradas ao longo dos anos, revelando que a amizade que os une já não é a fachada perfeita que um dia foi. Mas aquilo de que nenhum desistirá é de descobrir quem matou Francisco e quem lhes roubou o futuro risonho que poderiam ter tido ao seu lado.
Filipa Amorim constrói uma história carregada de dor, amizade, amor e perda, sem deixar de lado os ingredientes de um bom policial: o mistério, a dúvida constante e a busca pela verdade.

Uau, adorei nada, mas nada me preparava para o quanto incrível esta história é, li-o em 3 dias tinha que me obrigar a parar para dormir porque eu só queria chegar ao fim e quando cheguei queria apagar a memória para voltar a ler o livro sem saber o que se passava. Nunca esperei nem desconfiei fosse do que fosse e por incrível que pareça desde o início do livro nunca achei que algum dos 4 tivesse matado o Francisco. Admiro muito os grupos de amigos que continuam firmes desde a infância adorava imenso ter um grupo assim, porém apesar de não ter entendo perfeitamente o porquê de o Francisco comparar o seu grupo de amigos a uma corrente e acho que ele era efetivamente a cola que unia o grupo e isso nota-se imenso após a sua morte. Sou da opinião que todos nós temos sempre segredos uns para os outros é inevitável, sejam eles segredos grandes ou pequenos e este livro demonstra isso e demonstra também o quanto os segredos moldam a nossa personalidade. A Filipa Amorim escreveu um thriller maravilhoso mal posso esperar para ler o próximo.

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